quinta-feira, 19 de maio de 2011

O novo blog

O Pyleque anda as moscas e a tendência é que eu o feche, mesmo.
Isso porque, já falei algumas vezes, só tenho cabeça para o apê.
Tanto que, a passos de cágado perneta, estou abrindo outro blog.
Devagar, porque abri como terapia, já que não me mudei: leiam lá, por favor:
A dona da casa


Beijinhos

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Politicamente fascista, de Marcelo Coelho

Talvez eu tenha dado Ctrl+C, Ctrl+V para as moscas, mas o fato é que achei este texto genial do Marcelo Coelho e se, hoje ou amanhã alguém o leia, terá valido a pena.


Politicamente fascista



MARCELO COELHO
COLUNISTA DA FOLHA

O comediante Danilo Gentili pediu desculpas pela piada antissemita que divulgou no Twitter. A saber, a de que os velhos de Higienópolis temem o metrô no bairro porque "a última vez que eles chegaram perto de um vagão foram parar em Auschwitz".

Aceitar suas desculpas pode ser fácil ou difícil, conforme a disposição de cada um. O difícil é imaginar que, com isso, ele venha a dizer menos cretinices no futuro.

Não aguentei mais do que alguns minutos do programa "CQC", na TV Bandeirantes, do qual é ele uma das estrelas mais festejadas. Mas há um vídeo no YouTube, reproduzindo uma apresentação em Brasília do seu show "Politicamente Incorreto", em outubro de 2010.

Dá para desculpar muita coisa, mas não a falta de graça. O nome oficial do Palácio do Planalto é Palácio dos Despachos, diz ele. "Deve ser por isso que tem tanto encosto lá." Quem o construiu foi Oscar Niemeyer, continua o humorista. E construiu muitas outras coisas, como as pirâmides do Egito.

A plateia tenta rir, mas só fica feliz mesmo quando ouve que Lula é cachaceiro, ou que (rá, rá) o nome real de Sarney é Ribamar. Prossegue citando os políticos que Sarney apoiou; encerra a lista dizendo que ele só não apoiou o próprio câncer porque "o câncer era benigno".

Os aplausos e risadas, pode-se acreditar, vêm menos da qualidade das piadas e mais da vontade de manifestação política do público. Detestam-se, com razão, os abusos dos congressistas brasileiros. Só por isso, imagino, alguém ri quando Gentili diz preferir que a capital do país ficasse no Rio: "Lá pelo menos tem bala perdida para acertar deputado".

Melhor parar antes que eu fique sem respiração de tanto rir. Como se vê, em todo caso, o título do show não é bem o que parece. "Politicamente incorreto", no caso, faz referência às coisas erradas feitas pelos políticos, mais do que ao que há de chocante em piadas sobre negros ou homossexuais.

A questão é que o rótulo vende. Ser "politicamente incorreto", no Brasil de hoje, é motivo de orgulho. Todo pateta com pretensões à originalidade e à ironia toma a iniciativa de se dizer "incorreto" --e com isso se vê autorizado a abrir seu destampatório contra as mulheres, os gays, os negros, os índios e quem mais ele conseguir.

Não nego que o "politicamente correto", em suas versões mais extremadas, seja uma interdição ao pensamento, uma polícia ideológica.

Mas o "politicamente incorreto", em sua suposta heresia, na maior parte das vezes não passa de banalidade e estupidez.

Reproduz preconceitos antiquíssimos como se fossem novidades cintilantes. "Mulheres são burras!" "Ser contra a guerra é viadagem!" "Polícia tem de dar porrada!" "Bolsa Família serve para engordar vagabundo!" "Nordestino é atrasado!" "Criança só endireita no couro!"

Diz ou escreve tudo isso, e não disfarça um sorrisinho: "Viram como sou inteligente?".

"Como sou verdadeiro?" "Como sou corajoso?" "Como sou trágico?" "Como sou politicamente incorreto?"

O problema é que "politicamente incorreto", na verdade, é um rótulo enganoso. Quem diz essas coisas não é, para falar com todas as letras, "politicamente incorreto". Quem diz essas coisas é politicamente fascista.

Só que a palavra "fascista", hoje em dia, virou um termo... politicamente incorreto. Chegamos a um paradoxo, a uma contradição.

O rótulo "politicamente incorreto" acaba sendo uma forma eufemística, bem-educada e aceitável (isto é, "politicamente correta") de se dizer reacionário, direitista, fascistoide.

A babaquice, claro, não é monopólio da direita nem da esquerda. Foi a partir de uma perspectiva "de esquerda" que Danilo Gentili resolveu criticar "os velhos de Higienópolis" que não querem metrô perto de casa.

Uma ou outra manifestação de preconceito contra "gente diferenciada", destacada no jornal, alimentou a fantasia mais cara à elite brasileira: a de que "elite" são os outros, não nós mesmos. Para limpar a própria imagem, nada melhor do que culpar nossos vizinhos.

Os vizinhos judeus, por exemplo. É este um dos mecanismos, e não o vagão de um metrô, que ajudam a levar até Auschwitz.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Mas já?



O último filme do Harry Potter chega em julho (eu tinha posto na cabeça que era novembro). Só me toquei da realidade porque fui visitar o novo blog do Fab, Os Entendidos.
Recomendo!


P.S.: Sim, estou sumida. Sim. sigo sem Internet em casa. Aliás, sigo sem casa. A construtora atrasou a entrega, mais uma vez. Eu que teria casa própria no verão, estou entrando o inverno morando de favor...

domingo, 6 de março de 2011

Desse jeito, nem me importo que o voo atrase...

Os voos atrasam na Argentina, e Cindy faz show no aeroporto.
#tambemquero

sexta-feira, 4 de março de 2011

Jamanta não morreu!!!



Olha eu aqui!
Vim bem rapidinho, de novo, do "selviço'.

Não falei quase nada do BBB, né?
Mas nessa semana estou asilada na casa de uns amigos que estão viajando (valeu Tigre e Mari!) e tendo acesso à Internet e TV à cabo, tenho assistido a esse programa que muitos acham feio-bobo e chato, mas que todo mundo espia.

O BBB 11 está chato mesmo. É o pior casting depois do 6, e daqui a pouco, Boninho vai ter que se confinar junto com os brothers para a gente querer assistir.

Mas tem uma figura lá dentro pela qual eu tenho ternura, apesar de a maioria detestar: Maria.
E acabei de ler um texto bacana a respeito dela, que me fez entender porque acho que gosto tanto dela.
Tem uma parte de mim, pequenina, escondidinha e envergonhada, que é meio Maria. Confusa, louca, perdida e doce.

Tirei do Carolina, Minha Filha, mas faz de conta que fui eu que escrevi. Beijo:

Sabe, eu fico assistindo BBB pra fazer este blog, que obviamente é uma piada.
Até pq, não tem muito como levar a sério algo deste tipo.
Tento não fazer análises elaboradas aqui, tento manter a coisa leve e compreensível mesmo pra quem não assiste o programa. Intercalo imagens legendadas com textos engraçadinhos.
Só que tem Maria.
Maria é uma moça que aqui fora parece que teve uma fase obscura. Durante esta fase obscura, Maria desempenhou trabalhos em que a beleza, e forma física eram convertidos em lucro. Notem que não estamos falando de sexo, estamos falando de sedução. Porque subir num palco e se exibir, é uma forma de sedução.
Maria é uma boa moça, acredito nisto. Sustento isto. Sustento também que além de não julgar, acho que Maria trabalhava aqui fora honestamente, fazendo o que sabia e podia. Maria não é uma mente brilhante, ardilosa, sagaz ou perspicaz.
Até aí, acredito que todos estamos de acordo.
Vejo muita gente por aí cobrando amor- próprio, dignidade, pudor de Maria. Mulheres principalmente. Bobagem.
Maria está indignada, incomodada e confusa. Não com a rejeição do Maurício, mas com a incoerência. Porque Maria deve entender que existem 2 tipos de homem: os que se encantam e entram na dela, e os que não entram.  Maurício é do tipo que entra. Maria sabe disto, e faz o que ele gosta.  E é evidente que ele gosta.
Mas ele resiste. Em parte por se preocupar com a reação do público, em parte porque se assustou com a atitude implacável e sexualmente agressiva de Maria. Muito, porque houve um hiato no relacionamento dos dois, o fato dele ter saído e voltado. Maria não teve este contato redomado com o mundo, ela segue na realidade unilateral e míope do confinamento.  Agindo da exata mesma forma que a levou até o confinamento.
Nesta realidade, Maria agiu com Maurício da mesma maneira que agiu com o mundo. E funcionou. Até que ele saiu, e o modus operandi Maria passou a funcionar com Wesley.  Só que Maurício voltou, e no lugar da cena de ciúme, ou irritação, ou constrangimento, os dois moços perceberam a realidade do jogo e a seriedade maldosa do público, ao decidire que os três ficariam confinado juntos. E frearam.
Maria não freou. Se desculpou com quem julgou de direito, se aprumou e voltou a ser Maria.
Vocês podem se incomodar com a sexualidade explícita da Maria. Principalmente mulheres. Eu entendo, porque Maria personifica muitos dos nossos erros e nossas falhas. Nossa auto- estima confusa e nossa sexualidade bipolar. Maria é nosso maior pesadelo, nossas fraquezas e desejos ocultos colocados a mostra. Potencializados e mostrados na TV.
Maria é aquela  mensagem de texto bêbada, que a gente manda ás 3 da manhã. Falando mais do que devia, na pior hora possível, provavelmente pro homem que não quer ter que lidar com a gente. Nada pessoal, questão de afinidade.
Te entendo Maria. Te entendo e de vez em quando sou você.
Só que diluída em água, com uma colher de açúcar.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Diário de dias difíceis (mais ou menos, pra falar a verdade)

Olha eu aqui, geeeente!!! Chora, cavaco!!!
Sumidinha, mas em ritmo de samba.

A razão da minha ausência? A Internet leeeeeeeentaaaa da minha irmã e a absulta vergonha que tenho de postar do trabalho (como estou fazendo hoje, só para dar satisfações).

Mas é a vida, turma amiga. Minha nova vida.

Não vou reclamar. Estou adaptada. Até o gato está.

Minha rotina mudou bastante, mas está tudo bem. 
Fumo menos, bebo menos, vejo menos TV, fico menos tempo no computador (porque Internet lenta é uó), leio mais, converso mais, durmo mais etc. Até mais pontual eu ando.

A única coisa que me incomoda é a sensação de estar incomodando, de estar invadindo, de ser um vírus.
E eu vou ter de me tolerar como agente infeccioso pelos próximos 90 dias porque a construtora não vai mesmo entregar o prédio tão cedo e 60 famílias se foderam (eu e o Aush somos uma família).

Mas é pouco. E passa rápido.
Como os minutos que estipulei para escrever aqui.
Outra hora eu volto.
Beijos

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Diário de tempos difíceis - Pés sujos

Eu nunca tinha notado o quanto o apê que eu morava era escuro até vir para cá.
Aqui bate sol em três direções, então tudo fica mais claro, mesmo. É muito iluminado.
E isso deixou evidente o quanto os meus alguns de meus pertences são imundos.
Coisas que achei que eram brancas, na verdade, são beges ou amarelas. Coisas que eu não tina acesso, como o alto de armários, são pretas.

Como muitos sabem, morava num cruzamento movimentadíssimo no Centro, rico em fuligem, que enchia a casa de pó. Eu fazia a faxina com janelas fechadas porque, com elas abertas, era trabalho perdido. Com o tempo e o desgosto, abri mão de limpar alguns locais (como os topos de armário) e eles apodreceram. Outros, eu achava que estavam limpos. E, vejo agora, não estavam.

Outros, eu tinha certeza de que estavam sujos.

Um é o meu velho fogão, que entreguei pra mãe com dois potes de limpador e cara de nojo. Minha tia deu uma bela limpada e ele tá com outra cara, mal reconheço.

E meus pés, que, como estou sempre descalça, viviam da cor do topo dos armários. Mal os reconheço agora, limpinhos, limpinhos

domingo, 23 de janeiro de 2011

Diário de tempos difíceis - O primeiro findi

Oi, zentes!

Bem cansada, mas bem esperançosa. Tudo foi bem melhor do que pensei - com exceção da mudança. Darei sorte se algum copo ou eletrodoméstico ainda estiver inteiro. Os cerregadores eram simpáticos, mas toscos: arrastavam as coisas pelo chão, riscavam a tinta das paredes - e, suspeito, estragaram a porta de entrada do apê velho, que nunca deu problema. Mais uma coisa para eu pagar.

Na casa da minha irmã, fui superbem acolhida, meu sobrinho é um fofo, e minha única preocupação foi fazer o Aush se sentir bem. Demorou um pouquinho, mas ele já está legal.

Estamos em fase de adaptação. Tem momentos que nem eu nem ele sabemos direito o que fazer.
Mas acho que faz parte, né (não acho o ponto de interrogação no note da minha irmã).

Beijos

sábado, 22 de janeiro de 2011

Diário de tempos difíceis (ou não) - Dia 0

Neste momento estou tomando uma ceva, no meu apartamento alugado, que, hoje, 21 de janeiro, é uma filial de Bangladesh.

Caixas espalhadas por todos os lados guardam vestígios da vida que construí nos últimos 13 anos e que estão de muda para duas casas que não são minhas: as de minha mãe e de minha irmã. A mudança é amanhã de manhã.

Vou entregar este apê bem antes do que o que comprei ficar pronto. A promessa da construtora era de que a entrega fosse em fevereiro, porém, se eu der sorte, o apartamento ficar pronto até lá, haverá alguns trâmites. Vistoria, habite-se, e um mês para possíveis reparos. E haverá reparos, pelo que vi no condomínio que ficou pronto antes (e que é idêntico ao meu).

Assim, casa nova só em abril.

Essa mudança de planos não me dá uma sensação de tristeza, mas de frustração. Eu sonhei tanto, quis tanto, fiz compras...

E, este ano que recém começou tropecei em tantas pedras, tive tantos probleminhas, coisas que pareciam certas e que acabaram dando errado, gastei tanto dinheiro, me preocupei tanto - e me preocupo ainda -, me sinto tão cansada, que pareço andar na rua carregando nas costas todas as pessoas que me prometeram ouro e que me deram cascalho.

Mas decidi parar de lamentar, porque, afinal de contas, chorar nunca levou ninguém a lugar algum e eu nunca consegui nada com facilidade. Nem chorando. Do céu, pra mim, só cairam chuva e raios.

Então, era isso. Bola pra frente

O solar da Serafim Valandro estará vazio amanhã.
Mas eu não.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Clara Averbuck says...

... e por "increça que parível", eu concordo com sua ironia:



"legal que se tirarem janaína é racismo. se tirarem ariadna é PRECONCEITO. se tirarem lucival é homofobia. quer dizer..."


Por mim, sai a Janaína. Cadê aquela alegria toda? Cadê?
Como diz Wander Wildner, não é possível ser alegre o tempo inteiro.
Gente que diz estar feliz o tempo todo pra mim, está mentindo.



Né?

P.S.: Ok, ok. Ariadna também está mentindo. Mas seus motivos são bem mais claros para mim.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Cachorro é um bicho leal pacas

Leal como Leão que guarda o túmulo de lama de Cristina...

EXTRA, EXTRA: E não é que o fofinho do cachorro era do coveiro e não da sepultada? Barrigada geral!

Ouvindo...

o Hino da Vitória alucinadamente...
pra ver se o mar abre de novo!

sábado, 15 de janeiro de 2011

Tentando manter Pollyanna viva

É isso aí (como diz Seu Jorge), neste instante, tento manter a Pollyanna que habita em mim viva. Mas, aviso: ela respira com a ajuda de aparelhos que estão ligados a um benjamin ligado a uma extensão conectada a um gato de uma instalação clandestina que...

Meu Deus, 2011 chegou chegando!

Mas ainda dá pra fazer o jogo do contente.

Sigo empregada. 
E a comida não acabou.

E, só para justificar: eu não bloguei esses dias todos porque eu viria aqui para me queixar.

TÁ FODAAAAAAA!!!!!

Mas, minha mãe, que agora é esotérica, me disse que o guru dela falou (ou ela leu, sei lá) que 2011 vai ser jóia. Então, tenho pra mim, que 2011 não começou, ou vai começar quando entrar o ano novo astrológico, em março.

Chegue março, então.
Beijos

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Minha meta para 2011: seguir confiando em Deus

Não contei isso antes, mas, sem medo de parecer piegas, vou contar agora: na Romaria Estadual da Medianeira de 2009, tudo o que pedi à mãe, era para me sentir mais feliz.

Naquele novembro, estava infinitamente triste. Comigo, com minha vida, com meus planos...
Havia perdido um colega querido demais (e viajado para espairecer, sem sucesso). Estava comendo demais, me escondendo da vida social, deixando a vida dos outros mais difícil, sendo ausente para os meus queridos...

Um ano se passou e, em 2010, pude agradecer novamente à Nossa Senhora por fazer por mim muito mais do que eu havia pedido. Eu não só me recuperei, como minha vida ganhou novo propósito. Comprei um apartamento! E o ano finda comigo podendo agradecer por ter renascido.

E não apenas isso, fortaleci amizades, ganhei amigos, fortifiquei laços familiares e posso dar glórias, agora que o ano finda, por, depois de uns três anos de termos passado Festas no hospital com minha irmã, Patrícia, ela poder entrar o 2011 em casa, conosco.

Minha mãe fez cirurgia de redução de estômago. Aquela mulher pesada, que caminhava de bengala, agora cruza as pernas e usa roupas coloridas e sorri o tempo todo. Minha tia segue o anjo bom de sempre, e faz meses que não se acidenta. E, além disso, meu sobrinho (que passou da escola pública para uma privada, bem mais puxada), passou para a 7a. série.

Claro que ainda me queixo e reclamo por isso ou por aquilo. Mas esses aborrecimentos são pequenos frente ao que cresci e aprendi.

E, agora, de joelhos, novamente, dou meu testemunho perante todos da minha fé em dias melhores.
Porque sempre há dias melhores para quem está sob tempestade.
Eu saí da minha.

E, olha: este ano, ouvi a canção abaixo inúmeras vezes. É um hino evangélico muito bonito. Se vocês não tiverem preconceito contra essa religião e ouvirem essa canção, poderão carregar essa música como escudo para qualquer insegurança por todo o 2011. Foi o que fiz por boa parte de 2010. E, vai por mim: fé funciona!



Feliz 2010!

P.S.: Não sou evangélica. mas o que importa é a divina mensagem, certo?

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Olha o que o Natal faz...

É ridículo!
Não entendi se essa música tem letra ou se é feita apenas de onomatopéias (acho que é).
Mas achei tão fofa a versão das crianças (e a plateia acompanhando a coreografia) que me emocionei...



A gente fica mais sensível nessa época. Então, por favor, me perdoem.
E que o Natal seja cheio de paz, luz e alegria pra vocês!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Para uma boa amiga, num momento difícil


Não vou me esquecer (e, acho, ninguém que te conhece vai) da tua dedicação e carinho ao teu pai.
Peço que, um dia, Deus me abençõe com uma filha como tu.

Teu pai está bem, fique tranquila.

Beijos e que Jesus te conforte!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Tô ryka!

A gente está sempre na corrida do ouro (ou na corrida dos ratos, como diz aquele escritor de auto-ajuda), mas passei por uma situação hoje que me fez lembrar da riqueza que possuo e que sobrevive a qualquer crise econômica.

Amigos.

Mas não é parceriazinha. Aliás, não é nem uma pessoa de quem ando tão próxima.
Um velho amigo do passado viu uma tempestade se aproximar de mim, viu que eu não estava sabendo reagir, estendeu a mão e fez tudo para me tirar da enchente.

Pra você amigão, meu muito obrigada!
Meu dia foi péssimo desde o início. Você salvou o fim.

Vou até fazer um desenho pra te imitar...

Eu gosto de comida


Minhas formas avantajadas comprovam o título do post. Gosto de comida.

Mas meu sentimento vai além da fruição.

Gosto dos segredos gastronômicos, dos macetes, da química, das histórias que os sabores trazem, das memórias.

Não é para menos que sempre que imagino meu novo apê, penso na cozinha. Nos alimentos que guardarei "NA Geladeira", nos grãos que preencherão os potes que ganhei no chá-de-panela etc, nos pratos que vou preparar com carinho para os meus amados - mesmo que a geladeira e o fogão sejam velhos e o armário desgastado.

Um psicólogo explicaria melhor, mas para mim, comida é amor. Já comi muita coisa por não me sentir amada, mas não é esse o sentido. É a questão do devotamento de alguém fazer algo saboroso para matar a sua fome. Me sinto grata, sempre, quando cozinham para mim.

E eu nem sei bem porque estou contando isso... Mas vou ali fazer um fusili primavera para matar a fome.

Um dia aprendo a fazer confit de pato.